Hamlet | edições
English: Hamlet

Edições

Luís I de Portugal foi o primeiro a publicar em conjunto sistematizado algumas obras de Shakespeare para o português, inclusive Hamlet

A língua portuguesa conta com uma ampla bibliografia de Hamlet. Mesmo nos dias atuais ainda se fazem traduções da tragédia shakespeariana, como é o caso de Hamlet (2003) em tradução do brasileiro Elvio Funck. As versões mais antigas, contudo, são importantes para se verificar como as traduções de Shakespeare em português às vezes não seguem o texto-fonte e, adquirindo um estilo peculiar, substituem freqüentemente seus versos por prosa: isso ocorre com o primeiro conjunto de publicações de Shakespeare para o português, traduzidas por Luís I de Portugal que, além de assinar Hamlet (1877), também trabalhou em cima de O Mercador de Veneza (1879), Ricardo III (1880) e Otelo, o Mouro de Veneza (1885).[184]

Recentemente, a tradição estabelecida por Luís I é aproveitada, desde 2001, na série Shakespeare para o século XXI, do Departamento de Estudos Anglo Americanos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que possui associação com a editora Campo das Letras, onde acadêmicos especializados traduzem as obras sob o parâmetro do registro em prosa.[185] Antes da edição de Luís I, porém, a Fundação Biblioteca Nacional data uma versão em português de 1871, sob o título de Hamleto, principe da Dinamarca, tragedia em cinco actos, embora não informe o tradutor, deixando apenas o conhecimento de que foi impressa e lançada no Rio de Janeiro.[186] A partir das traduções do Rei e a do Rio, muitas outras se seguiram. De acordo com a Biblioteca Nacional de Portugal, existiu uma edição de 1887 com um estudo crítico da peça, assinada por José António de Freitas.

De fato, a tradução versificada dos versos dramáticos de Shakespeare encontram poucos adeptos em Portugal: certos pesquisadores encontram apenas dois títulos relevantes fora desse costume, como é o caso de Sonho d'uma noite de São João (1874), traduzida por Visconde António Feliciano de Castilho, e Júlio César (1925), por Luís Cardim.[185] Ainda na estratégia formal da prosa, o Brasil conta com tradutores de Shakespeare que são importantes nomes das letras nacionais, como Millôr Fernandes (que fez uma tradução em 1984), Geraldo Carneiro e Paulo Mendes Campos.[185] Fora da estratégia prosaica, há alguns tradutores brasileiros que seguem os versos shakespearianos, como é o caso de Artur de Sales, Geir Campos e também Péricles Eugênio da Silva Ramos (sendo esse verbete baseado em sua tradução de 1976).[185]

Lista de edições em português

Abaixo podemos encontrar uma lista de edições em língua portuguesa de Hamlet, realizada por tradutores de Portugal e do Brasil, abrangendo tanto trabalhos recentes como trabalhos antigos. A lista abaixo se baseia em dados da Biblioteca Nacional de Portugal e da Fundação Biblioteca Nacional. Se quiser analisar uma relação mais completa, pode se dirigir à página virtual dessas duas instituições.[187]

  • BREYNER, Sophia de Mello (1987) Hamlet, Porto: Lello & Irmãos – Editores
  • Ramos, Péricles (trad.), Hamlet, ed. 1976. Abril S.A Cultural e Industrial, São Paulo.
  • Shakespeare, William, 1564-1616; Pato, Bulhão, 1829-1912, trad., Hamlet. Lisboa : Typ. da Academia Real das Sciências, 1879
  • SHAKESPEARE, W. Hamlet, tradução de Millôr Fernandes. São Paulo, Editora Peixoto Neto, 2004.
  • SHAKESPEARE, W. (trad.), Hamlet, ed. 2007 Editora Universo dos Livros. ISBN 978-85-99187-45-6
  • A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca/ Shakespeare; trad. e pref. José Blanc de Portugal, [Lisboa : Editorial Presença, 1967] ( Porto : -- Tip. Nunes)
  • Shakespeare, William, 1564-1616; Freitas, José António de, 1849-1931, trad., Hamlet, Lisboa : J. Rodrigues, 1912
  • Funck, Élvio Antônio (trad.), Hamlet, São Leopoldo, RS : Ed. UNISINOS, 2003. ISBN 978-85-7431-164-7
  • Luís I de Portugal (trad.), Hamlet, Drama em cinco actos, Lisboa: Imprensa Nacional, 1877
  • Shakespeare, William, 1564-1616; Freitas, José António de, 1849-1931, trad., Lisboa : J. Rodrigues, 1912
  • Fernandes, Millôr (trad.), Hamlet, 1984. Pocket Editora. ISBN 85-254-0611-2
  • Lawrence Flores Pereira (trad.) Hamlet. Companhia das Letras/Penguin, 2015.

Notas

  1. Quarto: é um termo (usado na idade moderna) na impressão, que se refere ao tamanho de um livro, geralmente impresso sobre duas faces de grandes folhas de papel, medindo 23 cm por 30 cm, aproximadamente o tamanho da maioria das revistas de hoje em dia.
  2. Todas as referências ao texto de Hamlet baseiam-se na edição de 1976 traduzida por Péricles Ramos que, por sua vez, seguiu o texto fixado por John Dover Wilson. Sobre seu sistema de referenciação, 3.1.55 (p. ex.) significa ato 3, cena 1, página 55. Acerca de outros textos, o(s) nome(s) do(s) autor(es) aparece(m) antes de parênteses que contém o número da edição e, consecutivamente, o(s) número(s) da(s) página(s) correspondente(s) à fonte. Para avaliar as obras que foram utilizadas como fontes, dirija-se à subseção bibliografia.
  3. Repare como em Q1 está escrito To be, or not to be, I there's the point, enquanto que no F1 podemos encontrar: To be, or not to be: That's the question. Isso apenas comprova como o texto do Q1 não é inteiramente parecido com o do F1 e nem com o dos outros.
  4. Tomando em consideração que Sófocles é de uma época muito anterior da de Shakespeare, Freud pretendia representar suas concepções acerca do Complexo de Édipo dando esse nome em homenagem à peça deste dramaturgo grego antigo, como meio de registrar a consciência mais antiga da humanidade a respeito do complexo. Fora isso, contudo, é a peça Hamlet, que só surgiu séculos depois da Édipo Rei, que se encaixa melhor nas ideias freudianas.[100] De fato, seria como se Shakespeare registrasse uma consciência que evolui e mantém esse complexo, se comparada à época de Sófocles.
  5. Machado disse certa vez: "Um dia, quando não houver mais Grã-Bretanha, quando não houver mais os Estados Unidos, quando pois, não existir mais a língua inglesa, ainda sim, haverá Shakespeare. Falaremos Shakespeare."[123] Também podemos encontrar paralelos entre Machado e Shakespeare em Dom Casmurro, onde o personagem principal, além de se referir a Shakespeare e ir assistir em um teatro carioca uma de suas peças, é considerado por alguns críticos de literatura como "uma versão tropical de Otelo."[124]

Referências

  1. «Gramática utilizada no First Folio, publicado em 1623. No Segundo Quarto, publicado em 1604, é titulada "The Tragicall Historie of Hamlet, Prince of Denmarke" (A trágica história de Hamlet, príncipe da Dinamarca).» 
  2. ____ Revista Santa Rita Arquivado em 9 de maio de 2010, no Wayback Machine. (Ano 02, Número 4, Primavera de 2007). Roberto Pepi Contieri (dir. acadêmico) ISSN 1980-1742
  3. Sem Nome. William Shakespeare Biografia Arquivado em 4 de novembro de 2013, no Wayback Machine.. Acesso: 23 de novembro, 2008
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  5. Crystal e Crystal (2005, 66).
  6. a b c d Hamlet, p. XVIII
  7. a b c d e Hamlet, p. V
  8. Hamlet 1.4.
  9. Desmascaramento: Hamlet 3.2.129.
  10. a b Os dois rústicos: Hamlet 5.1
  11. Saxo e Hansen (1983, 16–25).
  12. Saxo e Hansen (1983, 5–15).
  13. Saxo e Hansen (1983, 1–5).
  14. Saxo e Hansen (1983, 25–37).
  15. Edwards (1985, 1–2).
  16. Saxo e Hansen (1983, 66–67).
  17. Jenkins (1982, 82–85).
  18. Hamlet, p. VIII
  19. Saxo e Hansen (1983, 67).
  20. Em seu livro The Problem of Hamlet: A Solution (de 1936), Andrew Carincross argumenta que Hamlet foi escrito por Shakespeare em 1589; Peter Alexander (1964), Eric Sams (de acordo com Jackson 1991, 267) e, mais recentemente, Harold Bloom (2001, xiii and 383; 2003, 154) estão de acordo. Essa também é a opinião dos anti-Stratfordianos (Ogburn 1988, 631).
  21. Saxo e Hansen (1983, 66–68).
  22. Saxo e Hansen (1983, 6).
  23. Greenblatt (2004a, 311); Greenblatt (2004b).
  24. Shakespeare's Last Will and Testament.
  25. MacCary sugere 1599 ou 1600 (1998, 13); James Shapiro acredita que ou fins de 1600 ou começo de 1601 (2005, 341); Wells e Taylor acham que a peça foi escrita em 1600 e revisada posteriormente (1988, 653)
  26. MacCary (1998, 12–13) e Edwards (1985, 5–6).
  27. a b Lott (1970, xlvi).
  28. Hamlet, 2.2.89
  29. Edwards (1985, 5).
  30. Hattaway (1987, 13–20).
  31. Halliday (1964, 204).
  32. Thompson e Taylor (2006a, 78).
  33. Hibbard (1987, 22–23).
  34. Hattaway (1987, 16).
  35. Thompson e Taylor publicaram Q2, com apêndices, no primeiro volume deles (2006a) e os textos do F1 e do Q1 no segundo volume de ambos (2006b). Bate e Rasmussen (2007) possui o texto de F1 com algumas passagens adicionais de Q2 no apêndice.
  36. Hamlet, p. 243
  37. Hamlet, 304
  38. a b Jenkins (1982, 14).
  39. Jackson (1986, 171).
  40. Irace (1998)
  41. Thompson e Taylor (2006a, 85–86).
  42. Thompson e Taylor (2006b, 36–37)
  43. Wofford (1994) e Kirsch (1968).
  44. Vickers (1974a, 447) e (1974b, 92).
  45. Wofford (1994, 184–185).
  46. Vickers (1974c, 5).
  47. Wofford (1994, 185).
  48. a b Wofford (1994, 186).
  49. Rosenberg (1992, 179).
  50. a b Hamlet, 3.1.111
  51. Com base na duração da primeira edição de The Riverside Shakespeare (1974).
  52. Recurso também usado em Trabalhos de Amores Perdidos e Sonhos de Uma Noite de Verão. Kermode (2000, 256).
  53. Aristóteles. «VI». 🔗 (PDF). [S.l.: s.n.] pp. 10–11 
  54. a b MacCary (1998, 67–72, 84).
  55. MacCary (1998, 84–85).
  56. Neste desenho, Delacroix retrata o Ato I, cena ii, quando a rainha tenta consolar Hamlet.
  57. Hamlet 3.1.108
  58. a b Hamlet 1.2.25
  59. Hamlet 1.2.26
  60. MacCary (1998, 89–90).
  61. Hamlet, p. 291, 328º nota
  62. Oxford English Dictionary (2004, CD).
  63. Hamlet, p. 253, 63º nota
  64. Hamlet, 3.1.112
  65. MacCary (1998, 87–88).
  66. Hamlet, p. 186
  67. MacCary (1998, 91–93).
  68. Hamlet, p. XX
  69. Puhl, Doutora em Comunicação Social PUCRS- Brasil
  70. Rosenberg (1992, 179-180).
  71. Morte de Ofélia: Hamlet 4.7.195; Conversa dos Rústicos: Ato V, cena i
  72. Hamlet, 1.5.50.
  73. Hamlet, Ato V, cena i
  74. MacCary (1998, 37–38); no Novo Testamento, veja Romanos 12:19: " 'minha é a vingança; eu recompensarei', diz o Senhor ".
  75. MacCary (1998, 38).
  76. Hamlet, 5.2.228
  77. Hamlet, p. 325, 652ª nota: Shakespeare utilizou a passagem de Mateus, 10,29: "Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? E nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai."
  78. Hamlet Q1 17.45–46.
  79. Blits (2001, 3–21).
  80. Hamlet, 2.2.84
  81. MacCary (1998, 47–48).
  82. Hamlet, 3.1.108
  83. Hamlet, p. 287 - 305ª nota
  84. MacCary (1998, 28–49).
  85. Trad. de Florio, 1603, III.12
  86. a b Hamlet, p. 288/9 - 312ª nota
  87. MacCary (1998, 49).
  88. Hamlet 2.2.87
  89. Knowles (1999, 1049 e 1052–1053) citado por Thompson e Taylor (2006a, 73–74); MacCary (1998, 49).
  90. Baskerville (1934, 827–830).
  91. Jones (2007).
  92. Winstanley (1921, 112). Winstanley dedica-se a 20 páginas apenas para propor conexões entre as cenas que envolvem Polônio e as pessoas e os eventos da Inglaterra de Isabel.
  93. Chambers (1930, 418)
  94. Rowse (1963, 323).
  95. Ogburn (1988, 202–203).
  96. Winstanley (1921, 122–124).
  97. Ogburn (1984, 84–86).
  98. Matus (1994, 234–237).
  99. Dione de Medeiros Lula Zavaroni; Terezinha de Camargo Viana: Édipo e Hamlet em Freud, p. 7
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  103. Hamlet 3.1.111
  104. Freud (1900, 368).
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  107. a b ______ Freud Interpreta Shakespeare Arquivado em 7 de julho de 2011, no Wayback Machine., p. 4
  108. Cena do Closet: Hamlet 3.4.143
  109. MacCary (1998, 104–107, 113–116) e de Grazia (2007, 168–170).
  110. Smallwood (2002, 102).
  111. a b c d Britton (1995, 207-211).
  112. Ofélia começa a apresentar um quadro de surto, cantando em algumas cenas músicas folclóricas da Inglaterra antiga. Isso pode ser visto em: Hamlet, 4.5.173 em diante
  113. Wofford (1994, 199–202).
  114. Howard (2003, 411–415).
  115. Bloom (2003, 58–59); Thompson (2001, 4).
  116. Showalter (1985).
  117. Bloom (2003, 57).
  118. MacCary (1998, 111–113).
  119. Hamlet tem 208 citações em "The Oxford Dictionary of Quotations"
  120. Osborne (2007, 114–133).
  121. a b c d e Thompson e Taylor (2006a, 123–126).
  122. Welsh (2001, 131).
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  124. Schilling, Voltaire. "Especial Shakespeare: Machado de Assis e Shakespeare". Acesso:23 de novembro, 2008
  125. Hamlet, 1.5.58
  126. Machado de Assis, Contos, A Cartomante, p. 1 (Edição Objetivo, para Vestibular). Editora: Sol
  127. Representa o país desconhecido, isto é, a morte. Faz parte do monólogo Ser ou não ser: Hamlet, 3.1.108
  128. Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas, p. 23-24 (Edição Objetivo, para Vestibular). Editora: Sol
  129. Thompson e Taylor (2006a, 126–131).
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  149. Dawson (2002, 185–187).
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  158. Sarah Bernhardt, em carta ao Daily Telegraph, citado por Gay (2002, 164).
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  174. De acordo com o Internet Broadway Database; Romeu e Julieta é a segunda peça mais produzida das peças shakespearianas na Broadway
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