Teoria funcionalista

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A Teoria Funcionalista aborda globalmente os meios de comunicação de massa no seu conjunto. "(…) A questão de fundo já não são os efeitos, mas as funções exercidas pela comunicação de massa na sociedade" (WOLF, 2009, p. 25), o que a distancia das teorias precedentes. Consiste, resumidamente, em definir a problemática dos mass media a partir do ponto de vista do funcionamento da sociedade e da contribuição que os mass media dão a esse funcionamento. Dessa forma, "(…) a Teoria funcionalista representa uma importante etapa na crescente e progressiva orientação sociológica da 'communication research.' (WOLF, 2009, p. 26)

Um exemplo dessa abordagem é a proposta de Lazarsfeld e Merton, para quem é necessário levar em conta separadamente os efeitos de existência. Essas divisões estão relacionadas aos efeitos de existência; de estrutura de propriedade e controle e de conteúdos.

''Pesquisar 'os efeitos' dos meios de comunicação sobre a sociedade é atiçar um problema mal colocado'' (LAZARSFELD; MERTON, 1977, p. 233); ou seja, Lazarsfeld e Merton, principais nomes da teoria funcionalista, entendiam que a pergunta "quais os efeitos da mídia sobre a sociedade" deveria ser fragmentada nesses três principais efeitos dos meios de comunicação para melhor estudo.