Paraná Clube
English: Paraná Clube

Paraná
Parana Clube.png
NomeParaná Clube
AlcunhasTricolor da Vila
Tricolor
Torcedor/AdeptoParanista
MascoteGralha-azul
Fundação19 de dezembro de 1989 (29 anos)
EstádioDurival Britto
Capacidade17 140[1]
LocalizaçãoCuritiba, Brasil
PresidenteLeonardo Oliveira
TreinadorMatheus Costa
Material (d)esportivoValente (Marca própria)
CompetiçãoCampeonato Paranaense
Copa do Brasil
Campeonato Brasileiro
Ranking nacionalAumento 28.º lugar, 5 244 pontos [2]
Websitewww.paranaclube.com.br
Cores do TimeCores do TimeCores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Paraná Clube é um clube de futebol brasileiro da cidade de Curitiba, estado do Paraná, fundado em 19 de dezembro de 1989,[3] após uma fusão entre Colorado Esporte Clube e Esporte Clube Pinheiros.

Chamado de Tricolor da Vila em referência às suas cores e ao apelido da sua principal praça esportiva, a Vila Capanema, cujo nome oficial é Estádio Durival Britto e Silva, o Paraná Clube foi sete vezes campeão paranaense, seis durante a Década de 1990, na qual teve a supremacia do futebol do Paraná, sendo o terceiro clube em atividade com mais títulos nesse estado.

A nível nacional foi campeão brasileiro da Série B em 1992 e campeão do Módulo Amarelo da Copa João Havelange em 2000 (competição esta que foi uma espécie de Série B, mas não é reconhecida pela CBF como tal[4][5]), mantendo-se na primeira divisão nacional até 2007, mesmo ano em que disputou a Copa Libertadores da América, retornando posteriormente em 2018 e sendo despromovido no mesmo ano.

O Paraná Clube tem como principais rivais o Athletico Paranaense e o Coritiba, igualmente clubes da cidade de Curitiba.[6]

História

Histórico das fusões

O Paraná Clube nasceu da fusão do Colorado Esporte Clube e do Esporte Clube Pinheiros em 1989 e o resultado dela foi o sucesso do clube que nos primeiros dez anos de vida, pois venceu seis vezes o Campeonato Paranaense de Futebol. A mesma projeção foi rapidamente conseguida em nível nacional, pois em apenas três anos, o tricolor saiu da terceira para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol, conquistando o título nacional da Série B em 1992.[7]

Em 1988, dirigentes de Colorado e Pinheiros já cogitavam a possibilidade de fusão para formar um novo clube e em setembro do mesmo ano, compareceram três representantes de cada facção: Darci Piana, Dely Macedo e Raul Trombini, do Colorado, e Jorge Celestino Buso, Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho, do Pinheiros. Nesta reunião foi aprovado, oficialmente, o nome Paraná Clube, além as cores, a camisa, os símbolos e a distribuição patrimonial. Para mobilizar a torcida, ficou definido como local oficial dos jogos o Estádio Durival Britto e Silva e a sede oficial na Avenida Kennedy e em 19 de dezembro de 1989 nascia oficialmente o Paraná Clube.

1990: o início do Paraná Clube

A primeira participação em campeonatos envolvendo o Paraná Clube foi o Campeonato Paranaense de Futebol de 1990, que iniciou-se em fevereiro. Depois de um longo campeonato, o Paraná foi eliminado nas semifinais, terminando a competição em terceiro lugar.

A primeira conquista paranista foi em 1990, quando o clube terminou em primeiro lugar em um quadrangular denominado Seletiva Qualificatória Paranaense para a Série C. Essa foi a alavanca que levou o Tricolor a Série C do Campeonato Brasileiro de onde, novamente, acabou eliminado na semifinal, mas a equipe conquistou o acesso para a Série B em 1991 terminando em 3º lugar na classificação final, quando 4 equipes subiam.

A primeira equipe

O primeiro treinador do clube foi Rubens Minelli, tricampeão brasileiro pelo Internacional em 1975 e 1976 e pelo São Paulo em 1977, o qual trouxe sua comissão técnica. O primeiro elenco tinha cerca de 50 jogadores, vindos do Colorado e do Pinheiros, mesclados entre atletas mais experientes e garotos revelados nas categorias de base.

1991-1992: o começo das conquistas

Logo apos a fusão, o clube começou a dar resultados, conquistando o Campeonato Paranaense de Futebol de 1991, em sua segunda participação, após um empate contra o Coritiba por 1 a 1 no Couto Pereira. Foram 17 vitórias em 26 jogos e a goleada contra o Londrina por 6 a 1, iniciava seu período de triunfos.

Após ser derrotado nas semifinais do estadual de 1992, o clube jogou sua força na Série B de 1992, quando conquistou o título após eliminar, nas semifinais, o Santa Cruz fora de casa, no Estádio do Arruda, e derrotar o Vitória, em Salvador, por 1 a 0 no Estádio da Fonte Nova. A partir de então, o clube paranista entrou na elite do futebol brasileiro.

Ainda em 1992, o Paraná disputou sua primeira competição nacional, a Copa do Brasil de Futebol. Na estreia, 1 a 1 contra o Democrata em Governador Valadares, e em Curitiba, o time venceu por 2 a 1. No dia 18 de setembro, já pelas oitavas de final, uma vitória sobre o Grêmio, primeira derrota da história dos gaúchos jogando em casa pela competição. O 1 a 0, contudo, foi ofuscado pela derrota na volta, quando o placar de 2 a 1 sofrido em Curitiba, custou a eliminação pelo critério dos gols fora de casa.

1993-1997: a era do pentacampeonato

O Paraná abriu uma grande dinastia no estado, sagrando-se pentacampeão do estado nos anos seguintes, entre 1993 a 1997. O terceiro título consecutivo, em 1995 (e quarto de sua história), foi contra o rival Coritiba, com placar de 1 a 0 e gol aos 45 minutos do 2º tempo no Estádio do Pinheirão, com quase 30 mil torcedores presentes.

No tetra, em 1996, o Paraná repetiu o feito: vitória sobre o Coxa por 1 a 0, com um gol aos 43 minutos da etapa final por Ricardinho, no estádio do rival. Sob o comando de Rubens Minelli, em 1997, o clube paranista veio a conquistar o quinto título seguido, quando derrotou o União Bandeirante por 3 a 0.

A equipe participou da Copa do Brasil em 1994, quando empatou na estreia contra o Sport Club Internacional, em pleno Estádio Beira-Rio, por 1 a 1. Em Curitiba, perdeu pelo placar mínimo e saiu ainda na primeira fase. Em 1995, o Paraná obteve, na primeira fase, duas vitórias por 1 a 0 sobre o Esporte Clube Juventude do RS. Na sequência, mais dois triunfos pela contagem mínima sobre o Internacional. Nas quartas de final, empate sem gols na ida, com o Corinthians e no Pacaembu, o tricolor segurava o 1 a 1 que lhe garantia a vaga a menos de dez minutos do final, contudo, um cochilo da zaga custaria a classificação.

Em 1996, o Paraná novamente chegaria às quartas de final, dessa vez, marcando um só gol nos quatro jogos. Na primeira fase, 0 a 0 em Salvador e vitória por 1 a 0 sobre o Vitória Futebol Clube em Curitiba e diante do Botafogo, 180 minutos sem gols. quando a vaga foi disputada nos pênaltis, onde o tricolor fez 4 a 2.

A seguir, o tricolor enfrentou o Palmeiras, tido então como melhor time do país, e jogou muito bem em São Paulo, sendo prejudicado pela arbitragem com um pênalti inexistente contra, mas no final, perdeu por 2 a 0. No jogo de volta, fraca atuação do tricolor, derrotado por 3 a 1. Esse jogo ficou marcado por Saulo ter marcado seu 100º gol pelo Paraná.

Já em 1997, o então tetracampeão paranaense voltou a tropeçar contra o Colorado gaúcho, no empate em 1 a 1 em Curitiba e derrota por 3 a 0 no Estádio Beira Rio.

Em 1994, o Paraná Clube foi vice-campeão da Copa Cidade de Curitiba e, em 1996, levantou o troféu de campeão do Torneio de Verão de Paranaguá, em disputa de penalidades contra seu rival, Coritiba.

1998: o fim da hegemonia

Em 1998, o Paraná perdeu a chance do hexa-campeonato estadual, terminando a competição em terceiro e no Campeonato Brasileiro, o clube conseguiu se manter na elite na última rodada, vencendo o Flamengo na Vila Olímpica do Boqueirão.

Em 1998, o tricolor do Paraná estreou contra o recém-rebaixado Fluminense, com vitória por 2 a 0 no Maracanã e eliminando a necessidade de jogo de volta. Depois, a vitória por 1 a 0 em casa e o 1 a 1 em Belo Horizonte bastaram para eliminar o Atlético Mineiro na Copa do Brasil, porém, o sonho acabou nas quartas de final, com duas derrotas pelo placar mínimo e diante do Santos.

1999-2000: contra tudo e todos, a volta por cima

Foi no começo da década de 2000 que o clube recuperou seu momento de glórias, após uma estiagem de títulos estaduais que se iniciou em 1998. Pela Copa do Brasil, o Paraná ficou nas fases finais.

Em 1999, o Paraná foi eliminado da Copa do Brasil ainda na 1ª fase, pelo inexpressivo Camaçari, com derrota por 2 a 0 na Bahia e vitória por 2 a 1 em casa.

Em 2000, o Paraná estreou contra o Americano, classificando-se com o placar de 1 a 1 em Campos dos Goytacazes-RJ e vitória de 2 a 1 em Curitiba. Na 2ª rodada, derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro em casa, sem direito sequer a jogo de volta.

Pelo Campeonato Brasileiro de 1999, com diversas intervenções da CBF para beneficiar os chamados "grandes" ou os integrantes do Clube dos 13 a se livrarem de uma segunda divisão, foi feito uma média de pontos do Brasileirão de 1998 e 1999, onde o Paraná terminou na 17º colocação em um torneio de 24, fazendo com que o clube fosse para a Segunda Divisão, que no ano seguinte, devido a esse e outros critérios, foi unificada como sendo a Copa João Havelange, dividida por módulos. Porém, foi na Copa João Havelange, realizada em 2000, que o Paraná retornaria ao cenário nacional.

Com a confusão armada pelo Gama contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Botafogo de Futebol e Regatas, o Campeonato Brasileiro acabou não sendo realizado, entrando em seu lugar a Copa João Havelange, organizada pelo Clube dos Treze e com a inclusão de clubes como Fluminense Football Club, Bahia, Juventude, América Mineiro e o próprio Botafogo, mas que na verdade deveriam estar na antiga Segunda Divisão, caso este campeonato tivesse sido organizado pela CBF, impedida pela justiça desta tarefa. Com o campeonato inchado, devido a presença de 114 equipes divididas em módulos azul, amarelo, verde e branco, o Clube dos Treze recusou a presença do Paraná Clube entre as principais equipes, o colocando no Módulo Amarelo.

Com o terceiro lugar no grupo classificatório, o clube conseguiu chegar na final do módulo após as fases eliminatórias e assim, como na Série B de 1992, o título veio fora de casa contra o São Caetano, com um gol de Frédson aos 41 minutos do 2º tempo, sacramentando a volta Paranista à "Elite" do futebol brasileiro pela porta da frente e jogando inclusive à elite no mesmo ano, essa que seria uma das melhores participações paranistas em Campeonatos Brasileiros, chegando as quartas de finais e eliminado pelo Vasco da Gama, que foi o melhor clube paranaense no Brasileirão daquele ano.

Copa Sul e Copa Conmebol

Também nessa época, o Paraná participou da Copa Sul e aa primeira fase, 3 quadrangulares, passando os dois melhores de cada para as semifinais. O tricolor, pelo grupo B, classificou-se em 2º lugar, atrás do Internacional-RS, com 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, marcando e sofrendo 11 gols. Nas semifinais, dois triangulares e de um lado, os três principais gaúchos (a dupla Grenal e o Juventude), do outro, o trio de ferro paranaense. O tricolor estreou mal, apenas empatando em casa, contra o Atlético-PR. No jogo seguinte, no Couto, novo empate, dessa vez contra o Coxa, com os dois jogos terminando em 1 a 1. Na sequência, duas vitórias rubro-negras nos Atletibas (3 a 0 e 3 a 1) colocaram os atleticanos com a mão na vaga.

Paraná e Atlético jogaram no Couto pereira, no dia 28 de março, e o tricolor ganhou por 1 a 0, naquela que é considerada como uma das mais dramáticas vitórias da história do Paraná Clube. O resultado, contudo, não bastava e com 5 pontos, contra sete do Atlético, o Paraná precisava ainda vencer o já eliminado Coritiba para levar a vaga. No dia 4 de abril, o tricolor goleou por 4 a 2 e garantiu a classificação, e com melhor campanha ao longo do torneio, o Paraná ficou com a vantagem de mando na decisão.

O primeiro jogo contra o Grêmio seria em Porto Alegre e o segundo em Curitiba e, havendo necessidade, o terceiro seria novamente de mando paranista. No dia 13 de abril, o Paraná acabando sendo batido pelos gaúchos por 2 a 1 e cinco dias depois, o tricolor paranaense ganhou, fazendo 2 a 0 e graças ao saldo de gols dos dois jogos, o Paraná ficou, além da já adquirida vantagem de mando, também podendo jogar pelo empate. Mas naquele 25 de abril, o Grêmio ganhou do Paraná, jogando no Pinheirão, por 1 a 0 e com o resultado, o Paraná, vice-campeão, acabou ganhando o direito de disputar a Copa Conmenbol.

Vice-campeão da Copa Sul, o Paraná ganhou direito de disputar a Copa Conmebol (que seria extinta no final daquele ano) graças a desistência do campeão da copa regional, o Grêmio de Porto Alegre e assim, o Paraná Clube foi o segundo time do estado a participar de uma competição oficial internacional, antes mesmo de clubes quase centenários do estado, contudo, o Paraná desprestigiou por completo a competição, pois, nos meses finais de 1999, o clube estava envolvido com a disputa do brasileirão, o time principal foi poupado. Assim, acabaram inscritos reservas e juniores e na primeira fase, diante do San Lorenzo paraguaio, vitória em Curitiba por 1 a 0 (gol de Juliano) e derrota no Paraguai por 2 a 1 (Evandro). Nas quartas de final, derrota em Córdoba, Argentina, por 1 a 0 e vitória em Curitiba pelo mesmo placar (Deivison) diante do Talleres que nos pênaltis, 3 a 1 para os argentinos, o clube foi eliminação. O próprio Talleres acabaria campeão da Copa.

2001-2005: época de vacas magras

Entre 2001 e 2005, o Paraná foi por duas vezes vice-campeão Paranaense, em 2001 e 2002. Em 2004 um quase rebaixamento no estadual que rendeu a disputa e o "título" do Torneio da Morte.

Em 2002, uma excursão para a Ucrânia foi realizada, com vitórias sobre o Karpaty (1 a 0), combinado da Galitchna em Tchervonograd (2 a 0) e a mais importante de todas, vitória sobre a Seleção Olímpica da Ucrânia por 1 a 0, renderam um troféu simbólico pela passagem vitoriosa em terras estrangeiras. No Campeonato Brasileiro foi o 10° colocado em 2003, com um elenco forte, obteve vaga da sua primeira Copa Sul Americana. Já em 2005, outra boa campanha e a 7º colocação no brasileirão

Na Copa Sul Americana de 2004, segunda participação oficial paranista em torneios internacionais, o desempenho foi fraco. No primeiro jogo realizado no Pinheirão, vitória sobre o Santos por 2 a 1, mas na Vila Belmiro a equipe santista bateu o tricolor por 3 a 0.

Neste período, o tricolor conquistou a Copa Vila Velha em 2004 e o Torneio Quadrangular em Tangará da Serra-MS, com o clube utilizando os jogadores das categorias de base.

2006-2007: título estadual, Libertadores e rebaixamento

Neste período, houve divergências com a tabela da Copa do Brasil, divulgada sem a participação do Paraná, e após duas semanas de contestação, o Bandeirante-DF, convenientemente desistiu de participar, abrindo vaga para o tricolor. Incluído na competição, o clube foi derrotado por 3 a 1 no Ceará e empate por 2 a 2 em Curitiba, sendo eliminado logo na estreia.

Ainda pela Copa do Brasil de Futebol, no ano de 2002, o Paraná estreou com uma vitória de 3 a 1 sobre o Clube Atlético Bragantino, em Bragança Paulista, eliminando o jogo de volta. A seguir, o Paraná fez 2 a 0 sobre o Guarani e em Campinas, empate em 1 a 1, classificando-se. Pelas oitavas de final, vitória, de virada, por 3 a 1 sobre o Botafogo em pleno Maracanã. Novo empate em 1 a 1, em Curitiba, no jogo de volta, foi suficiente para seguir adiante. Nas quartas de final, derrota Corinthians por 3 a 1, São Paulo e no jogo de volta, o tricolor ganhou por 1 a 0 mas foi desclassificado

Em 2004, o clube da Gralha-Azul voltou a participar de uma competição continental, a Copa Sul-Americana de 2004, após a 10º colocação no Brasileirão, porém, foi eliminado logo na 1ª rodada do torneio, ainda em sua fase nacional. O adversário paranista foi o Santos Futebol Clube, que seria Campeão Brasileiro daquela ano, com o primeiro jogo no Pinheirão, o Paraná vencendo por 2 a 1, gols de Fernando e Maranhão. Na partida de volta, vitória dos paulistas por 3 a 0 e consequente eliminação. Ainda pelo ano de 2004, no Paranaense, o clube brigou para não ser rebaixado.

No ano seguinte, um Campeonato Paranaense sem títulos, mas em contra-partida, o 7º lugar no Brasileirão levou o clube paranista para a Copa Sul-Americana de 2006, quando o Paraná não passou da primeira fase após duas derrotas para o rival, Atlético-PR. Ainda em 2006, o Paraná conquistou o 7º título estadual, com apenas 2 derrotas, após 9 anos sem títulos. No Brasileirão de 2006, o clube conquistou a vaga na Taça Libertadores da América de 2007.

Em 2007, no estadual, o Paraná perdeu o bicampeonato para Paranavaí, após empate sem gols, ficando com a segunda colocação. e na Taça Libertadores, enfrentou, na 1ª fase, o Cobreloa do Chile em duas partidas eliminatórias. A primeira, em Calama, terminou com uma vitória paranista por dois gols a zero. A segunda, em Curitiba, terminou num empate de um a um e consequentemente, a equipe do Paraná se classificou para a fase de grupos, onde enfrentou Flamengo, Real Potosí (Bolívia) e Maracaibo (Venezuela). Com uma campanha razoável, terminou a fase em 2º lugar, com 9 pontos, à frente de Real Potosí, que fez 6 pontos, e Maracaibo, que fez apenas 2, e atrás do Flamengo, que fez 16 pontos, classificando-se, assim, para as oitavas de final, onde enfrentou o Libertad, do Paraguai, perdendo em Curitiba por 2 a 1 para os paraguaios e empatando, em 1 a 1, no Paraguai, sendo eliminado.

Flags of the Union of South American Nations.gif Campanha Libertadores da América de 2007
Cobreloa 0-2 Paraná
Paraná 1-1 Cobreloa
Unión Maracaibo 2-4 Paraná
Paraná 2-0 Real Potosí
Paraná 0-1 Flamengo
Flamengo 1-0 Paraná
Real Potosí 3-1 Paraná
Paraná 2-1 Unión Maracaibo
3 de maio de 2007
Paraná Brasil 1-2 Paraguai Libertad Curitiba
10 de maio de 2007
Libertad Paraguai 1-1 Brasil Paraná Assunção

No final do ano de 2007, o Paraná foi rebaixado para a Série B do Brasileirão, ficando na penúltima colocação da Série A.

2008-presente

Em 2008, o Paraná voltou a participar da Copa do Brasil e estreou na competição contra o Trem Desportivo Clube, jogando em Macapá, num empate sem gols. Na partida de volta, na Vila Capanema, o Paraná ganhou por 4 a 0. No final da partida, o então diretor de futebol Durval "Vavá" Lara Ribeiro surpreendeu em anunciar a contratação do veloz atacante Diego Ratinho, do time amapaense. Na fase seguinte, o Paraná enfrentou o Vitória, com a primeira partida em Curitiba, onde o tricolor derrotou o time baiano pelo placar mínimo, com um gol anotado por Joelson. O jogo foi marcado pela primeira aparição, em campo, do novo mascote do Paraná Clube, a renovada Gralha Azul. O segundo jogo foi disputado no estádio Barradão, em Salvador, e acabou com o resultado de 2 gols a 1 a favor do time rubro-negro, mas, o resultado classificou o tricolor.

Desempenho do Paraná no Brasileirão (1990 - 2018).

O próximo adversário era o Internacional e na primeira partida, em Curitiba, o Paraná Clube ganhou por 2 a 0. No Beira-Rio, em Porto Alegre, o tricolor foi eliminado numa derrota por 5 a 1.

No ano de 2010, o clube lutou para permanecer na segunda divisão do campeonato nacional, mas a mesma sorte não ocorreu na temporada de 2011 no campeonato regional. O clube fez um péssimo primeiro turno no Campeonato Paranaense de 2011 e, mesmo após uma pequena reação no segundo turno, o tricolor paranaense foi rebaixado[8] para a divisão de acesso em 2012 ao empatar com o Arapongas em 2 a 2 na Vila Capanema.[9][10][11]

Após o campeonato, o Paraná tentou escapar do rebaixamento investindo em um julgamento do Rio Branco por escalação irregular de um jogador, mas depois de vários julgamentos, o clube de Paranaguá foi inocentado e o Paraná teve que disputar a Divisão de Acesso do estadual em 2012. Com Ricardinho como técnico, o clube subiu de divisão em 2012, no regional.

Em 2013, o clube chegou muito perto de subir para Série A do Brasileiro, mas terminou o campeonato na 8ª posição, apenas 3 pontos do tão sonhado acesso. Nos anos de 2012, 2014, 2015 e 2016 na Série B do Campeonato Brasileiro, o clube jogou para manter-se neste divisão, sem chegar a brigar por uma vaga a elite do brasileirão.

Acesso após 10 anos

No dia 18 de novembro de 2017, após uma década na Série B, o Tricolor conquistou o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série A com uma rodada de antecedência, ao derrotar a equipe do CRB em Macéio por 1 a 0.[12]