Navalha de Occam
English: Occam's razor

Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde fevereiro de 2018). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Wikitext.svg
Esta página ou seção precisa ser wikificada (desde fevereiro de 2018).
Por favor ajude a formatar esta página de acordo com as diretrizes estabelecidas.

A Navalha de Occam é um princípio lógico e epistemológico que afirma que a explicação para qualquer fenômeno deve pressupor a menor quantidade de premissas possível. O princípio é frequentemente designado pela expressão latina Lex Parsimoniae (Lei da Parcimônia), enunciada como: entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem (as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade); apesar disso, considera-se que a navalha de Occam é apenas uma dentre várias navalhas filosóficas que podem ser consideradas "princípios de parcimônia".[1][2]

Originalmente um princípio da filosofia reducionista e do nominalismo, é hoje tido como uma das máximas heurísticas (regra geral) que aconselham economia, parcimônia e simplicidade, especialmente nas teorias científicas.[3]

A Navalha de Occam é um princípio metodológico, e não uma lei que diz o que é verdade e o que não é. Ela não sugere que as explicações mais simples são sempre as verdadeiras e que as mais complexas devem ser refutadas em qualquer situação. A explicação mais simples, portanto, nem sempre é a mais correta, apesar da grande chance. [4]

Expressões latinas

Nos textos antigos, existem várias frases que definem o princípio de Occam. Entre elas, destacam-se as seguintes:

  • Pluralitas non est ponenda sine neccesitate ("A pluralidade não deve ser posta sem necessidade")
  • Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem ("As entidades não devem ser multiplicadas além do necessário"). Esta frase foi cunhada em 1639 por John Ponce de Cork.