Militarismo
English: Militarism

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"Espartana dando um escudo a seu filho" (c. 1872), de Jean-Jacques-François Le Barbier. A antiga Esparta foi um exemplo de sociedade militarizada.

Militarismo ou ideologia militarista é uma ideologia que defende que a sociedade é mais bem servida (ou servida de maneira mais eficiente) quando governada ou guiada por conceitos ou pessoas oriundos da cultura, doutrina e sistema militares.[1] Militaristas sustentam que a segurança é a mais alta prioridade social, e alegam que o desenvolvimento e a manutenção do aparato militar assegura essa segurança.

Nas religiões

Na história das religiões e nas mitologias mais diversas, são conhecidos centenas de deuses protetores das atividades bélicas, chamados também de deuses marciais.

Acredita-se que a sociedade militarista surgiu na Grécia Antiga. O maior exemplo deste fenômeno foi Esparta, entre o século IX a.C. e o século IV a.C. Naquele povo, havia uma sociedade de guerreiros que, estruturalmente, se organizava como uma casta. Estes se identificavam como uma sociedade de "iguais".

Na Bíblia, também existe menção ao Deus dos exércitos no Antigo Testamento.

Entre os cristãos, Agostinho de Hipona considerou a guerra uma manifestação da vontade divina, Bernardo de Claraval pregava guerra santa e as cruzadas e Tomás de Aquino elaborou a doutrina da guerra justa. Para os muçulmanos, a guerra para a propagação da fé é dever de todo religioso.