Judaísmo conservador

Judaísmo conservador ou Conservativo é o segundo maior movimentos judaicos nos EUA.[1] com adesão à Torá e Talmud, mas, flexivo em relação a tempos e circunstância, quando comparado com movimento judaico reformista, é considerado tradicional sem fundamentalismo.[2] Esse nome utilizado primariamente nos Estados Unidos da América e no Canadá, sendo conhecido em outros países, incluindo o Brasil, Reino Unido e Israel, como Movimento Masorti,[3] é norteado por princípios, são eles:[4][5][6][7]

  • O estudo da Torá, no sentido mais amplo, e a transmissão de seus princípios de geração em geração;
  • A unidade do povo judeu, fomentando os laços entre judeus onde quer que vivam;
  • A centralidade da sinagoga na vida do povo judeu;
  • A importância de manter uma prática judaica comprometida com a Halachá e as Mitzvot, mas ao mesmo tempo dinâmica, refletindo o amor pela tradição e abraçando a modernidade e os aspectos positivos da mudança;
  • A centralidade de Medinat Israel junto com o conhecimento e o uso da língua hebraica na vida do povo judeu,
  • Os valores de igualdade, pluralismo e democracia no desenvolvimento da tradição judaica.

História

O judaísmo conservador (tb. Judaísmo histórico e Judaísmo masorti) é um movimento que modera entre ortodoxos e reformistas progressistas. Foi no século XIX, sob a iniciativa de Zacharias Frankel (1801 a 1875) que fundou o Seminário Teológico Judaico de Breslau em 1854, cuja ideologia inspirou as primeiras ideias conservadoras, rompeu com os extremistas modernizadores após uma série de conferências reformistas na Alemanha (1844-1846) e Solomon Schechter (1849 -1915) que em 1902 foi para Nova York para servir como presidente do Seminário Teológico Judaico da América (fundado em 1913). Apesar das opiniões diferentes que fazem ser uma coalizão teológica, em vez de possuir uma forma homogênica de crenças e práticas, os judeus conservadores encontraram um elo comum mantendo a continuidade com o passado, moderador, como referido acima suas práticas ritualísticas conservadoristas mostram semelhanças variando da Ortodoxia à Reformista. Com o Seminário Teológico Judaico em Nova York, sob o comando de Sinagoga Unida do Judaísmo Conservador,[8] tornou-se um componente essencial no crescimento contínuo do Judaísmo Conservativo, educando a maioria de seus novos rabinos. O movimento cresceu fortemente nos anos 1950-1960 para se tornar a forma mais popular de judaísmo americano, mas, recentemente as filiações caíram, e agora vem em segundo lugar para o judaísmo reformista.[5][6][1][9][10]