Invéxis

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Invéxis, ou inversão existencial[1], é a técnica de planejamento máximo da vida humana, fundamentada na Conscienciologia, aplicada desde a juventude, objetivando o cumprimento da programação existencial[2], o exercício precoce da assistência e a evolução.

Este planejamento técnico é realizado sem influências de dogmas, religião, misticismo, doutrinas sectárias, ideologias político-partidárias ou quaisquer compromissos escravizantes, tolhedores da liberdade de ideias e expressão.

A invéxis parte do princípio de que a pessoa não precisa esperar até a meia-idade, período de maior maturidade psicológica e estabilidade econômica, para conhecer a si mesma, avaliar as prioridades evolutivas, suas realizações pessoais e promover a assistencialidade além do círculo familiar e amigos.

É muito comum ouvirmos de colegas e de familiares, em geral após a meia-idade, que gostariam de voltar à juventude com a mesma maturidade que possuem hoje. Por outro lado, quando um rapaz, uma moça, ou mesmo uma criança, demonstram prioridades maduras, comportamentos “adultos”, não é raro estes serem repreendidos por se preocuparem demais muito cedo ou por não aproveitarem “a flor da idade”. Juventude é associada, em diversas culturas, a uma fase de aventuras, experiências, enfim, um momento em que erros e deslizes são comuns, logo, admissíveis e naturais.

A técnica da inversão existencial (invéxis) é um dos caminhos, meios ou estratégias para direcionar a vida da moça ou do rapaz para maior produtividade, envolvimento em atividades assistenciais, investimento em renovações íntimas.

Um dos objetivos que a técnica propõe, assim como outras técnicas evolutivas, é o atingimento da desperticidade [3]em uma vida intrafísica.

Origem da técnica

Em 1991, a invéxis foi lançada no I Congresso Internacional de Projeciologia[4], em Brasília (DF), passando a ser mais debatida e conhecida publicamente.[carece de fontes?]

Os fundamentos técnicos foram publicados pela primeira vez em 1994, no tratado 700 Experimentos da Conscienciologia[5]. Propostos pelo Médico e pesquisador Waldo Vieira.

O processo de estudo da técnica foi continuado pelos pesquisadores e inversores a partir das reuniões grupais dos "Grinvexes" (Grupos de inversores existenciais) e das apresentações públicas de artigos científicos nos Simpósios do Grinvex e nos Congressos de inversão existencial. Esses artigos foram escritos e divulgadas nos Anais do SIG[6]

Em 2010, a Editares lançou o livro Inversão Existencial[7]: autoconhecimento, assistência e evolução desde a juventude.