Guerrilha

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Resistência da guerrilha espanhola à invasão napoleônica da Espanha em 1808, onde o termo "guerrilha" foi usado pela primeira vez.

Guerrilha (em castelhano: guerrilla , "pequena guerra") é um tipo de guerra não convencional no qual o principal estratagema é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros, incluindo, mas não limitado a civis armados (ou "irregulares").

Pode se constituir também como uma movimentação híbrida, ou seja, ora centralizada por uma atitude bélica cujo aspecto pode ser colaboracionista com as forças regulares de determinadas regiões, e ora pode se dar o enfrentamento sem conexão com qualquer força armada regular.

Origem

Presume-se que tenha sido utilizada a palavra guerrilha (guerrilla) pela primeira vez na Guerra Peninsular contra a invasão napoleônica a Portugal e Espanha, entre 1808 e 1812, embora as técnicas guerrilheiras remontem à Antiguidade.[1] Portanto, o termo passou a ser utilizado a partir da sua origem ibérica, tendo sua grafia original preservada em muitos idiomas. No Brasil data da Invasão Holandesa em Salvador, entre 1624 a 1625, quando o Sargento-mor Antônio Dias Cardoso, Mestre das Emboscadas, aplicou as técnicas para conter o invasor. E em 1645 voltaria a empregar nos Montes das Tabocas, seguindo com ações na(s) Batalha dos Guararapes, respectivamente, em 19 de abril de 1648 e em 19 de fevereiro de 1649.

A guerra de guerrilhas também recebeu outras denominações. Na América Latina, por exemplo, foi chamada de montonera no Rio da Prata e bola no México, entre outras nomenclaturas que não prevaleceram. Na América do Norte foi Francis Marion, a "Raposa do Pântano", seu precursor com uso de armadilhas e emboscadas durante a guerra de Independência dos Estados Unidos.