Guerra psicológica

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As expressões guerra psicológica, operações psicológicas, guerra política, guerra de nervos, guerra fria e conquista de corações e mentes se referem a várias técnicas de combate usadas para influenciar sem uso da força os valores, crenças, emoções, motivações, raciocínio ou comportamento de uma ou mais pessoas visando objetivos estratégicos policiais, de guerra, ou políticos. Tais técnicas costumam ser usadas para induzir confissões ou reforçar atitudes e comportamentos. Às vezes, são combinadas com operações de Guerra Não Convencional e às operações de falsa bandeira. O público-alvo pode ser governos, organizações, grupos e indivíduos.[carece de fontes?]

Definição Por Países

Soldado americano entrega jornal a cidadão local.

Brasil

Em 2004, o Exército Brasileiro definiu guerra psicológica (ou Op Psico) como "procedimentos técnicos especializados, operacionalizados de forma sistemática, para apoiar a conquista de objetivos políticos e/ou militares, desenvolvidos antes, durante e após o emprego da Força, visando a motivar públicos-alvo amigos, neutros e hostis a atingir comportamentos desejáveis.[1]

Estados Unidos

O Departamento de Defesa norte-americano define "guerra psicológica" (ou PSYWAR) como:

"O uso planeado de propaganda ou outras acções psicológicas com o objectivo primário de influenciar as opiniões, emoções, atitudes e comportamento de grupos estrangeiros hostis, de forma a alcançar os objectivos da nação."

O Exército dos Estados Unidos define "guerra psicológica" (ou PSYWAR) como: programas de produtos e ações planejados para transmitir determinadas informações e indicadores a públicos estrangeiros com o objetivo de influir nas suas emoções, atitudes, opiniões e, particularmente, no comportamento de governos, organizações, grupos e indivíduos não pertencentes aos Estados Unidos.

Venezuela

O Exército da Venezuela define "guerra psicológica" (ou opsic) como: o emprego planejado,[2] em tempo de paz ou de guerra, de atividades de propaganda, e outras atividades com o objetivo principal de influenciar as opiniões, emoções, comportamento de grupos inimigos, neutros ou amigos, a fim de apoiar a implementação da doutrina ou objetivo nacional ou regional proposto.

Equador

O Exército do Equador define "guerra psicológica" (ou "opsic") como: atividades específicas, planificadas, que utilizam a persuasão, realizando ações e guerras psicológicas nos diferentes públicos alvos com o propósito de apoiar o sucesso dos objetivos do poder militar e dos objetivos nacionais. Incluem ações militares, econômicas, políticas e psicossociais planejadas e executadas pelos poderes que integram o poder nacional, para criar, nos auditórios inimigos, neutros e amigos, as atitudes e comportamentos favoráveis.

Peru

O Exército do Peru define "guerra psicológica" (ou "opsic") como: o conjunto de atividades psicológicas (políticas, militares, diplomáticas, econômicas e psicossociais etc.) desenvolvidas com a finalidade de produzir uma mudança ou reforço de uma conduta, atitude, sentimento, emoções e opiniões de um público-alvo com um fim determinado.

Colômbia

O Exército da Colômbia define "guerra psicológica" (ou "opsic") como: a estratégia planejada e dirigida para a utilização de um conjunto de elementos tais como propaganda, meios de comunicação e outras formas de ação psicológica, empregados por quaisquer das forças em conflito, com o propósito de influir na vontade, atitude e comportamento das próprias tropas, grupos da população e membros das forças hostis, com o fim de obter êxito no desenvolvimento do conflito.

Espanha

O Exército da Espanha define "guerra psicológica" (ou "PSYOPS") como: "destinam-se a modificar o comportamento de uma parte da população previamente escolhido, influenciando suas percepções e atitudes".[3]

Argentina

O Exército Argentino define "operação psicológica" (ou "OS") como: "é o emprego planejado de Ações psicológicas (AS), para influenciar o comportamento e atitudes, para favorecer ou prejudicar determinado público".[4]