Fundamentalismo islâmico

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Fundamentalismo islâmico é um termo utilizado para definir a ideologia política e religiosa fundamentalista que sustenta o Islão. De origem midiática, este termo define o Islão como, não apenas uma religião, mas um sistema que também governa os imperativos políticos, econômicos, culturais e sociais do estado, quebrando o paradigma de estados laicos, comum nesta parte do planeta.

Um objetivo crucial do fundamentalismo islâmico é a tomada de controle do Estado de forma a implementar o sistema islamista, ou seja, que abriga e coordena todos os aspectos sociais de uma sociedade através da sharia islâmica.

No seguimento dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, ocorridos nos Estados Unidos o fundamentalismo islâmico e outros movimentos políticos inspirados por Osama bin Laden ganharam uma crescente atenção por parte dos meios de comunicação ocidentais, originando-se daí esta definição.

O termo "fundamentalista" (usuli) existe no islão há séculos[carece de fontes?], a palavra designa no sentido tradicional apenas os académicos da ilm al-usul, a ciência que se dedica ao estudo do fiqh (direito islâmico).

Controvérsia

O termo "fundamentalismo islâmico" é muitas vezes criticado. Bernard Lewis, um importante historiador do Islã, tinha a dizer contra ele:

Em 1988, a Universidade de Chicago, apoiada pela Academia de Artes e Ciências dos Estados Unidos, lançou O Projeto Fundamentalismo, dedicado a pesquisar o fundamentalismo nas principais religiões do mundo, cristianismo, islamismo, judaísmo, hinduísmo, budismo e confucionismo. E definiu o fundamentalismo como "abordagem, ou um conjunto de estratégias, pelo qual os crentes sitiados na tentativa de preservar a sua identidade distinta como um povo ou grupo... por uma recuperação seletiva de doutrinas, crenças e práticas de um passado sagrado.[2]