Figueirense Futebol Clube

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Figueirense
Figueirense.png
NomeFigueirense Futebol Clube
AlcunhasFigueira
Alvinegro
Furacão do Estreito
Máquina do Estreito
Gigante do Estreito
Esquadrão de Aço
Torcedor/AdeptoAlvinegros
MascoteFuracão
Principal rivalAvaí
Fundação12 de junho de 1921 (98 anos)
EstádioOrlando Scarpelli
Capacidade19.584[1]
LocalizaçãoFlorianópolis, Brasil
PresidenteFrancisco de Assis Filho
TreinadorMarcio Coelho (interino)
PatrocinadorSaladices
Brahma
Unimed
Liderança Serviços
Natusvita Suplementos
Material (d)esportivoTopper
CompetiçãoCopa do Brasil
Brasileirão - Série B
Campeonato Catarinense
Copa Santa Catarina
Recopa Catarinense
Websitefigueirense.com.br
Cores do TimeCores do TimeCores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do TimeCores do TimeCores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Figueirense Futebol Clube, mais conhecido como Figueirense e popularmente como Figueira, é um clube de futebol profissional, com sede em Florianópolis, Santa Catarina. Atualmente, disputa a Série B do Campeonato Brasileiro.

Fundado em 12 de junho de 1921 na região central de Florianópolis, o Figueirense é o segundo time mais antigo de Santa Catarina em atividade. Décadas mais tarde, o Figueirense mudou-se para a região continental de Florianópolis, no bairro do Estreito, onde construiu o Estádio Orlando Scarpelli. Na década de 30, o clube atingiu um dos seus auges com a conquista de cinco títulos do Campeonato Catarinense. Após um longo período sem conquistas estaduais nas décadas de 50 e 60, o Figueirense voltou a se consagrar campeão estadual em 1972 e 1974, época em que teve as suas primeiras participações na elite do Campeonato Brasileiro. O Figueirense se firmou nos principais campeonatos de futebol do Brasil no início do Século XXI, quando se consolidou na disputa da Série A e foi vice-campeão da Copa do Brasil de 2007.

O Furacão do Estreito, como também é conhecido, é um dos clubes mais bem-sucedidos no futebol de Santa Catarina, com 18 títulos do Campeonato Catarinense e o maior número de participações de um clube catarinense na elite do Campeonato Brasileiro. O Figueirense detém o melhor aproveitamento, com 50,9%, e a maior série de invencibilidade de um clube de Santa Catarina na Série A, com 14 jogos sem perder, ambos no Campeonato Brasileiro de 2011. Também é o clube catarinense com maior número de participações na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana. No futebol, é considerado pela imprensa catarinense como um dos cinco grandes clubes do estado, junto com o Avaí, Criciúma, Joinville e Chapecoense. O Figueirense possui uma antiga e intensa rivalidade com o Avaí, com quem disputa o Clássico de Florianópolis.

Seu maior ídolo é Fernandes, maior artilheiro da história do clube, com 108 gols, e terceiro jogador que mais atuou pelo time, com 403 partidas, atuando pelo Figueira entre os anos de 1999 e 2012.

História

O Início dos anos de 1920

A ideia de fundar uma agremiação esportiva, foi atribuída a um jovem esportista chamado Jorge Albino Ramos. O próximo passo foi conseguir a simpatia de amigos. Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis também assumiram a ideia.

O nome Figueirense foi sugerido por João Savas Siridákis. Esse nome foi defendido, pois a maioria das reuniões que tratavam da fundação da futura agremiação ocorria na localidade da Figueira, situada nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências.

O dia 12 de junho de 1921 foi definido como a data de fundação do Figueirense. Uma residência localizada na rua Padre Roma foi cedida para a reunião de inauguração. Foram escolhidos os seguintes nomes para compor a primeira diretoria: presidente - João dos Passos Xavier; vice-presidente - Heleodoro Ventura; primeiro secretário - Balbino Felisbino da Silva; segundo secretário - Jorge Felisbino da Silva; primeiro tesoureiro - Jorge Albino Ramos; segundo tesoureiro - Jorge Araújo Figueiredo; orador - Trajano Margarida; guarda-esporte - Higino Ludovico da Silva. Com as cores preto e branco, que foi a preferência da maioria.

Os nomes de todos os fundadores: Alberto Moritz, Agenor Dutra, Balbino Felisbino da Silva, Bruno José Ventura, Carlos Honório da Silva, Dario Silva, Dilgidio Dutra Filho, Domingos Veloso, Heleodoro Ventura, Higino Ludovivo da Silva, João dos Passos Xavier, João Lobo, João Savas Siridákis, João Soares, Joaquim Manoel Fraga, Jorge Albino Ramos, Jorge Araújo Figueiredo, Jorge Silva, Leopoldo Silva, Manoel Noronha, Manuel Xavier, Pedro Francisco Neves, Pedro Xavier, Raymundo Nascimento, Trajano Margarida, Walfrido Silva e Wlisses Carlos Tolentino.

Década de 1930

A Década de 1930 é lembrada como a melhor década, com o maior número de títulos num espaço de dez anos. O Figueirense tornou-se campeão de todos os campeonatos de que participou em 1932: Torneio Início, Campeão da Cidade de Florianópolis e Campeão Estadual. Alcançou novamente o título máximo da cidade em 1933. Tornou-se mais uma vez campeão citadino e estadual em 1935 e conquistou o seu terceiro campeonato estadual em 1936. Em 1937 e em 1939, obteve os títulos de campeão citadino e estadual.

Um jogador esteve presente em todas as conquistas dos anos 1930: Carlos Moritz, conhecido como Calico. Ele foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense, sendo também recordista de títulos pelo alvinegro e um dos seus principais goleadores.

No jogo decisivo do campeonato estadual de 1939, Figueirense 5 a 3 Pery Ferroviário (Mafra), quatro irmãos atuaram pelo Figueirense. Eram os irmãos Moritz: Calico, Décio, Nery e Sidney.

Década de 1940

A Década de 1940 também foi marcante na história do alvinegro, o clube passou a ser reconhecido também por "esquadrão de aço" e "furacão do estreito".

Em 1941 o clube repetiu o feito de 1932 sagrando-se campeão do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual.

Em 1947, 1948 e 1949 também aconteceram os títulos do Torneio Início de Florianópolis.

No dia 28 de outubro de 1935, o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante a vigência de seu mandato como presidente do clube, doava oficialmente ao Figueirense a área de terra onde hoje encontra-se construído o Estádio que leva seu nome.

Em 1949, começaram os trabalhos da construção da praça de esportes do alvinegro. Em Setembro daquele ano, foram lançados títulos patrimoniais com vistas à arrecadação de recursos destinados ao início das obras.

Um ano depois, em setembro de 1948, tiveram início as obras de construção do Estádio do Figueirense.

Década de 1950

Nos anos de 1950, o Figueirense conquistou três torneios inícios (1950, 1951 e 1959) e cinco campeonatos da cidade (1950, 1954, 1955, 1958 e 1959), além do Vice-Campeonato estadual de 1950.

A falta de conquista de títulos estaduais nesta década está diretamente vinculada à escassez de recursos financeiros. A prioridade era a construção do estádio. Neste período, as obras de implantação da praça de esportes entraram em ritmo acelerado.

Em 20 de julho de 1951, o Figueirense venceu seu maior rival, o Avaí por 1 a 0 no jogo que marcou a inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder. Bráulio foi o autor do gol que entrou para a história.

Também em 1951, o Figueirense tornou-se campeão invicto em uma série de amistosos com clubes paranaenses, o Torneio de Paranaguá.[2]

Década de 1960

A década de 1960 iniciou-se com boas notícias. Em 12 de junho de 1960, no aniversário de trinta e nove anos do clube, acontecia a inauguração parcial do Estádio do Figueirense, com a realização do primeiro jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense.

O Figueirense sagrou-se campeão de dois Torneios Início (1961 e 1962) e de um campeonato da cidade (1965). As divisões de base obtiveram excelente performance neste período. Em 1961 os juvenis do alvinegro sagraram-se campeões invictos, feito este repetido nos dois anos seguintes, resultando em 1963 na conquista do tricampeonato da cidade.

Década de 1970

Em 1970, na administração de José Nilton Szpoganicz, a Figueira foi incorporada ao distintivo do clube.

Em 1973, o Figueirense conquistou a vaga para o campeonato nacional de clubes, tornando-se o primeiro clube catarinense a representar Santa Catarina na competição.

Em 15 de agosto de 1973, num jogo festivo contra o Vitória, Bahia, foram entregues as obras de expansão e melhoramentos do Estádio Orlando Scarpelli, capacitando-o a sediar os jogos válidos pelo Campeonato Nacional.

Nos anos 1970, o Figueirense conquistou dois títulos estaduais (1972 e 1974) e obteve, em 1975, a melhor performance de um clube catarinense em Campeonato Brasileiro nesta década, passando para a Segunda Fase do Nacional e terminando a competição em 21º lugar.

Década de 1980

Durante esta década, o Figueira obteve dois vice-campeonatos estaduais (1983 e 1985), tendo conquistado as taças Mané Garrincha (Primeiro Turno do Campeonato Estadual de 1983) e José Leal Meirelles (Segundo Turno do Campeonato Estadual de 1985). Em 1987, disputou o campeonato estadual da Segunda Divisão. Tendo se destacado muito nos anos 80 o atacante Albeneir, ídolo do clube.

Em 1985, o "Furacão do Estreito" disputou a Taça de bronze, e obteve uma das melhores performances dentre as suas participações em campeonatos nacionais, classificando-se para o triangular final, terminando na terceira colocação do certame.

Década de 1990

Após o vice-campeonato de 1993, o Figueirense, sagrou-se campeão catarinense de 1994.

Em 1995, o Figueirense foi campeão do Torneio Mercosul em cima do Joinville.

Em 1999, quando o clube já usava o seu novo modelo de gestão, com ênfase à reorganização e modernidade administrativa, o alvinegro, na administração de José Carlos da Silva, que negociou a vinda do meio-campo Fernandes, o craque e ídolo alvinegro, que todos já conhecem pelo seu futebol qualificado e por sua superação na carreira. No mesmo ano, o clube conquistou o seu 10º título do Campeonato Catarinense, fazendo a final contra o seu maior rival, o Avaí.

Em 1999, a Associação Amigos do Figueirense (ASFIG) adquire um terreno destinado a implantação do Centro de Treinamento do Figueirense, localizado no município de Palhoça, a 20Km do Estádio Orlando Scarpelli.

Década de 2000

Em junho de 2000, em meio às comemorações dos 79 anos de fundação do clube, é inaugurada a primeira etapa de obras do Centro de Formação e Treinamento do Cambirela (CT).

Em 2001, o Furacão fez uma bela campanha na Série B do Campeonato Brasileiro e foi Vice-Campeão da competição.

Em 2002, conquistou o seu 11ª título do Campeonato Catarinense e fez sua estreia na Série A, o clube teve uma série de superações durante a competição terminando o campeonato na 17ª posição sob o comando de Muricy Ramalho.

Em 2003, foi bicampeão catarinense. No mesmo ano contratou Cléber Américo da Conceição, carinhosamente chamado de Clebão e o centro-avante Evair.

Em 2004, os meias Fernandes e Sergio Manoel fazem uma bela dupla no estadual e no brasileiro comandados por Dorival Júnior, conquistando o Tri-campeonato Catarinense.

Em 2005, foram colocadas cadeiras em todo o Estádio Orlando Scarpelli, junto com outras reformas e melhorias, que estão sendo feitas desde a década passada. Contratou Edmundo, o Animal, uma das maiores contratações da história do clube e de Santa Catarina, também foi nesses dois anos que o clube foi comandado por Adílson Batista.

Em 2006, ganhou o Campeonato Catarinense em uma vitória histórica de 3 a 0 sobre o Joinville, e conquistou a melhor colocação de um clube catarinense na história do Campeonato Brasileiro, a 7ª posição.

Em 2007, o Figueirense chegou até a final da Copa do Brasil porém perdeu o jogo decisivo no Orlando Scarpelli por 1 a 0 após empatar com o Fluminense no Rio de Janeiro em 1 a 1.

Em 2008, o clube venceu de forma invicta o Primeiro Turno do Campeonato Catarinense e no segundo turno fez uma campanha razoável por já estar garantido na final, porém perdeu confrontos diretos importantes que foram decisivos, e não levou o título antecipadamente. Na final enfrentou o Criciúma, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0, em casa, dependendo apenas do empate no jogo de volta. Acabou perdendo por 3 a 1 e o jogo foi para a prorrogação, onde o Figueirense venceu por 1 a 0 e sagrou-se campeão do estado de Santa Catarina pela 6ª vez em 9 anos, e pela primeira vez em sua história levantou a Taça no estádio do adversário. No final do ano o clube foi rebaixado à Série B do Campeonato Nacional. Neste mesmo ano, o Figueirense foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em cima do Rio Branco em uma vitória de 2 a 0.

Em 2009, o clube tentou retornar à primeira divisão do Campeonato Brasileiro, mas ficou na 6ª colocação.

Década de 2010

Em 2010, o Figueirense ficou com a 3º colocação no Campeonato Estadual. Com uma campanha vitoriosa na Série B do Campeonato Brasileiro deste mesmo ano, o clube logrou retornar à 1ª Divisão do futebol nacional, conquistando a vaga no dia 13 de novembro de 2010 após uma vitória do Bahia que impediu o quinto colocado de o alcançar. Na última rodada, o Figueirense derrotou por 4 a 2 o Paraná e sagrou-se vice-campeão do Campeonato Brasileiro da Série B de 2010, repetindo o feito de 2001. No dia 19 de junho de 2010 Fernandes passou Calico, que tinha 94 gols, e na goleada por 6 a 1 sobre o CFZ Imbituba, no estádio Ninho da Águia, marcou o quinto gol do time, seu 99º com a camisa do Figueira, em jogo válido pela Copa Santa Catarina.

Em 2011, o Figueirense montou um de seus melhores elencos da história e fez a sua melhor campanha numa Série A de Campeonato Brasileiro sob o comando do técnico Jorginho, ficando em 7º lugar com 58 pontos.

Em 2012, o clube vivenciou um de seus piores anos, perdendo a final do Campeonato Catarinense para o seu maior rival, o Avaí, e sendo rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro no mesmo ano.

Em 2013, o Furacão do Estreito voltou a elite do Campeonato Brasileiro, conquistando a 4º vaga no dia 30 de novembro de 2013 após um empate em 1 a 1 contra o Bragantino em Bragança Paulista, sendo o primeiro clube fora do Clube dos 13, que subiu no ano seguinte em que foi rebaixado.

Em 2014, no dia 13 de abril o Figueirense sagrou-se campeão do Campeonato Catarinense no Estádio Orlando Scarpelli, conquistando o seu 16º título pelo placar de 2 a 1 em cima do Joinville. Nesse mesmo ano foi o melhor entre os 3 times Catarinenses no Campeonato Nacional da Primeira divisão, ficando em 13ª lugar com 47 pontos, conseguindo assim sua permanência na elite do futebol Brasileiro.

Em 2015, o clube alvinegro teve uma ótima campanha no Campeonato Catarinense de 2015 terminando com apenas 3 derrotas em todo campeonato e chegando à final da competição. Disputou a final com o Joinville, que obteve o direito de jogar a partida de volta em sua casa e a vantagem de resultados iguais por ter terminado em 1º lugar no Hexagonal Final. As duas partidas terminaram empatadas em 0 a 0, dando o título ao Joinville. Porém, devido à escalação de forma irregular do jogador André Krobel na última partida pelo Hexagonal Final contra o Metropolitano, o clube tricolor foi denunciado e julgado pelo TJD-SC, sendo punido por unanimidade com a perda de 4 pontos, o que daria a vantagem e consequentemente o título ao Figueirense. O Joinville recorreu ao Pleno do TJD-SC, sendo novamente votado pela sua punição. Não convencido, recorreu em última instância ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que novamente decidiu pela perda de pontos e indicou o Figueirense como campeão catarinense. O Joinville ainda assim entrou com um embargo à decisão, porém perdeu novamente e o Pleno do STJD recomendou que a Federação Catarinense de Futebol (FCF) homologasse o título ao Figueira em até 3 dias úteis.[3] Com esse título, o Furacão se tornou o clube mais vezes campeão de Santa Catarina, com um total de 17 conquistas, ultrapassando o seu maior rival Avaí, que também teria 16 títulos.

Ainda em 2015, o Furacão do Estreito conseguiu chegar as quartas de finais da Copa do Brasil, sendo eliminado pela equipe do Santos. Terminou a Serie A do Campeonato Brasileiro em 16ª lugar com 43 pontos, conseguindo assim sua permanência na elite do futebol Brasileiro, consequentemente rebaixando o seu maior rival Avaí para a Série B.

Em 2016, o Figueirense ficou em 4° lugar no Campeonato Catarinense, estreou o seu time na Primeira Liga de 2016, sendo eliminado na fase de grupos ficando em 6° lugar, na Copa Sul Americana foi eliminado na segunda fase pelo Flamengo, na Copa do Brasil foi eliminado na terceira fase pela Ponte Preta, no Campeonato Brasileiro fez uma campanha irregular terminando em 18° lugar, assim sendo rebaixado a Série B de 2017

Em 8 de agosto de 2017, o Conselho Deliberativo do clube aprovou uma parceria que transforma o Figueirense em um clube-empresa.

Ainda em 2017, o Figueirense foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, ficou em 8° colocado no Campeonato Catarinense e ainda fazia a pior campanha de sua história na Série B do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos, ficando em 12° lugar.

Em 2018, no dia 8 de abril, o Figueirense foi campeão do Campeonato Catarinense. Venceu a Chapecoense por 2 a 0 em uma final de jogo único na Arena Condá, em Chapecó. Foi o 18º título estadual do clube.

Também em 2018, o Figueirense conseguiu novamente estabelecer uma marca, pelo segundo ano consecutivo fez a pior campanha de sua história na Série B do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos, ficando em 15° colocado, apenas 3 pontos na frente da zona de rebaixamento.

O ano de 2019 foi bastante conturbado para a equipe alvinegra, vários meses de salários e outros pagamentos atrasados para o elenco profissional, comissão técnica, categorias de base e funcionários em geral e, com isso, resultou em um w.o. numa partida válida pela Série B do campeonato nacional. Essa crise foi noticiada pelo mundo inteiro, onde até o treinador, campeão europeu e mundial, Pep Guardiola citou o Figueirense em uma entrevista dando seu apoio aos jogadores.

Em julho de 2019, o Figueirense obteve a conquista da Recopa Catarinense, competição que é disputada entre o vencedor do Campeonato Catarinense de Futebol e o vencedor da Copa Santa Catarina.

Ainda em 2019, dia 20 de setembro, o contrato de clube-empresa foi rompido.