Eric Steven Raymond

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Eric Steven Raymond
Eric no Fisl 6.0 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil em 5 de junho de 2005
Nome completoEric Steven Raymond
Nascimento4 de dezembro de 1957 (60 anos)
Boston, Massachusetts, Estados Unidos
Nacionalidadenorte-americano
EtniaCaucasiano
OcupaçãoHacker
Gênero literárioFicção científica
TítuloGraduação e Pós-graduação , recebido em 18 de dezembro de 1982 (35 anos)
7 de março de 1983 (35 anos) - 1 de novembro de 1985 (32 anos)
Atuação, recebido em desde 25 de abril de 1983 (35 anos)
Página oficial

Eric Steven Raymond (4 de Dezembro de 1957 em Boston, Massachusetts), conhecido também como ESR, é um hacker e escritor americano. Depois da publicação em 1997 do seu livro A Catedral e o Bazar, Raymond foi por alguns anos frequentemente citado como um porta-voz extra-oficial para o movimento open source.[1] É quem mantém o Jargon File, mais conhecido como The Hacker's Dictionary (O Dicionário dos Hackers).[2]

Um ícone no movimento do Open Source e do software livre, é responsável pela famosa frase: "Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios". Que é o enunciado da Lei de Linus, em alusão ao criador do Linux, o finlandês Linus Torvalds.

Biografia

Nascido em Boston, Massachusetts, em 1957, Raymond viveu na Venezuela quando criança, e em outros três continentes, antes de se fixar na Pensilvânia, em 1971.[3] Seu envolvimento com a cultura hacker começou em 1976, e ele contribuiu pela primeira vez para um projeto de código aberto em 1982. Desde então, suas atividades de desenvolvimento de softwares de código aberto incluíram manter o cliente de e-mails fetchmail, contribuir de modos de edição para o editor Emacs, co-escrever porções da biblioteca GNU ncurses, e contribuir para as bibliotecas giflib/libungif, libpng e algumas das padrões do Python. Enquanto isso, ele escreveu alguns documentos HOWTO, incluindo vários do corpo do Projeto de Documentação do Linux.

Raymond cunhou o aforismo "Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios". Atribui os créditos da inspiração para esta citação a Linus Torvalds em seu livro A Catedral e o Bazar, de 1999.