Entre Folhas

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Município de Entre Folhas
Amanhecer em rua de Entre Folhas

Amanhecer em rua de Entre Folhas
Bandeira indisponível
Brasão de Entre Folhas
Bandeira indisponívelBrasão
Hino
Fundação27 de abril de 1992 (25 anos)[1]
Gentílicoentrefolhense
Prefeito(a)Ailton Silveira Dias (PMDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Entre Folhas
Localização de Entre Folhas em Minas Gerais
Entre Folhas está localizado em: Brasil
Entre Folhas
Localização de Entre Folhas no Brasil
19° 37' 30" S 42° 13' 51" O19° 37' 30" S 42° 13' 51" O
Unidade federativa Minas Gerais
Região
intermediária

Ipatinga IBGE/2017[2]

Região
imediata

Caratinga IBGE/2017[2]

Região metropolitanaVale do Aço
Municípios limítrofesBom Jesus do Galho, Caratinga e Vargem Alegre
Distância até a capital271 km
Características geográficas
Área85,209 km² [3]
População5 443 hab. estatísticas IBGE/2017[4]
Densidade63,88 hab./km²
Altitude490 m
Climatropical quente semiúmido Aw
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH-M0,634 médio PNUD/2010[5]
PIBR$ 43 132 mil IBGE/2014[6]
PIB per capitaR$ 8 027,52 IBGE/2014[6]
Página oficial

Entre Folhas[nota 1] é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence ao colar metropolitano do Vale do Aço e sua população estimada em 2017 era de 5 443 habitantes.[4]

História

A exploração da área onde está situado o atual município foi iniciada em 1781. O nome recebido pela localidade, Entre Folhas, refere-se a um córrego coberto de folhas que corria em meio à mata. O local recebera a sede da Intendência do Império, tendo por muito tempo forte influência da política do coronelismo. Através do decreto estadual nº 16, de 6 de fevereiro de 1890, é criado o distrito, subordinado a Manhuaçu, mais tarde passando a pertencer a Caratinga.[1]

Em 1900, houve a destituição da função de intendência, deixando de possuir influência regional. A Igreja da Matriz Nossa Senhora do Rosário ainda mantém o sino doado por Dom Pedro II, trazendo o selo da Casa de Bragança, no entanto quase todo o acervo histórico, que era mantido no templo, foi perdido em um incêndio acidental. O distrito chegou a ser extinto pela lei nº 336, de 27 de dezembro de 1948, sendo recriado pela lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953. A emancipação é decretada pela lei estadual nº 10.704, 27 de abril de 1992.[1]