Embuste

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Um embuste é uma tentativa de enganar um grupo de pessoas, fazendo-as acreditar que algo falso é real. Há frequentemente algum objeto material envolvido com aquilo que é realmente uma falsificação; todavia, é possível perpetrar um embuste fazendo somente declarações verdadeiras usando palavreado ou contexto pouco usual. Diferentemente da fraude ou do "conto do vigário" (os quais geralmente têm uma audiência de uma ou de poucas pessoas), e que são perpetrados com o fito de obter ganhos materiais e financeiros ilícitos, um embuste é frequentemente perpetrado como um trote, para causar constrangimento ou para provocar uma mudança social tornando as pessoas cônscias de algo. Muitos embustes são motivados pelo desejo de satirizar ou educar ao expor a credulidade do público e da mídia em relação ao absurdo do alvo. Por exemplo, os embustes de James Randi fazem troça dos que acreditam no paranormal. Os vários embustes de Joey Skaggs satirizam nossa disposição para acreditar na mídia.

Embustes políticos são por vezes motivados pelo desejo de ridicularizar ou enxovalhar opositores políticos ou instituições políticas, frequentemente antes das eleições. Governos frequentemente perpetram embustes para ajudá-los na realização de metas impopulares, tais como declarar guerra (por exemplo, o Despacho de Ems). De fato, há frequentemente uma mistura de embuste direto e supressão e gerenciamento da informação para dar a impressão desejada. Em tempo de guerra, rumores abundam; alguns podem ser embustes deliberados.

Há frequentemente consideráveis controvérsias, sobre se um dado factoide deve ser considerado como verdade ou embuste.

Onde frequentemente é praticado o embuste, são em meios militares, onde um agente tenta humilhar o subordinado, na intenção de se mostrar poderoso, porém ao praticar o embuste, só se confirma a verdadeira fraude que este agente é.

o âmbito do folclore, faz referência a lendas urbanas e boatos, mas o folclorista Jan Harold Brunvand argumenta que a maioria deles não têm evidência de criações deliberadas de falsidade e são passados ao longo de boa-fé pelos crentes ou como piadas;

No âmbito da brincadeira ou jogo, é relacionado a trote (brincadeira que causa constrangimento);

No âmbito do jogo, é relacionado à trapaça/batota (por Robert Nares);

No âmbito industrial, tende a indicar "fabricações relativamente complexos e de grande escala" que possuem problemas/enganos que vão além da "causa de prejuízo material ou dano à vítima" meramente lúdico.[1]

Hoax

No âmbito da informática, um hoax (na tradução literal: "embuste" ou "farsa", derivado do encantamento hocus-pocus, "trapaça"[2][3]) são boatos comumente recebidos na Internet via e-mail e em sites de relacionamentos,[4] cujo conteúdo, além das conhecidas "correntes", consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso; difamação de pessoas e empresas, supostas campanhas filantrópicas, ou de socorro pessoal; cobranças bancárias; ou, ainda, avisos sobre falsos vírus cibernéticos que ameaçam contaminar ou formatar o disco rígido do computador.

A propagação de um boato na internet ocorre de maneira muito rápida, ele se espalha de maneira crescente pois é repassado de uma pessoa para a outra e assim sucessivamente.[5]

Este tipo de embuste tem por finalidade levar os usuários menos informados ou inexperientes a distribuir o e-mail ou mensagem para o maior número de indivíduos, com algumas finalidades:

  • Entupir os servidores de e-mail;
  • Polemizar ou atestar sobre algo ou alguém que tenham antipatia;
  • Construir uma base de dados, aproveitando-se dos endereços de e-mails obtidos através do encaminhamentos dos e-mails, para posterior venda ou envio anúncios do tipo spam, e;
  • Controlar o computador do utilizador a distância (remotamente) através da instalação de softwares maliciosos.