Domicílio Conjugal

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Domicílio Conjugal
Domicile conjugal
 França /  Itália
1970 •  cor •  100 min 
DireçãoFrançois Truffaut
RoteiroFrançois Truffaut
Claude de Givray
Bernard Revon
ElencoJean-Pierre Léaud
Claude Jade
Daniel Ceccaldi
Claire Duhamel
Génerocomédia dramática
Idiomafrancês
Página no IMDb (em inglês)

Domicile conjugal (no Brasil e em Portugal, Domicílio Conjugal[1][2]) é um filme franco-italiano de 1970, dirigido por François Truffaut.

Sinopse

Antoine Doinel casou-se com Christine Darbon, que dá aulas de violino. Antoine tinge flores no pátio do prédio onde vivem. Entre os seus vizinhos contam-se um cantor de ópera e a sua esposa, um recluso voluntário, um criada apaixonada por ele e um homem misterioso apelidado "o estrangulador". Antoine muda de profissão e é contratado por uma empresa norte-americana. Christine espera uma criança que se chamará Alphonse. Antoine conhece Kyoko, uma bela japonesa, com quem tem uma aventura. Sentindo-se apaixonada, a jovem lhe envia umas flores acompanhadas de uma declaração de amor. As tais flores são recebidas por Christine que, assim, descobre estar sendo traída pelo marido. Como conseqüência, Antoine se vê obrigado a sair de casa e passa a viver num quarto de hotel. Com o passar do tempo, a relação com Kyoko vai-se desgastando. Por várias vezes, ele tenta voltar para sua esposa, mas esta não concorda, muito embora no fundo ela continue a amá-lo. As constantes visitas ao seu filho Alphonse, no entanto, vão amolecendo o coração de Christine, de modo que os dois terminam se acertando.