Dinastia Qing
English: Qing dynasty

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大清
Daicing gurun.svg

Grande Qing

Império

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1644 – 1912
FlagBrasão
1889-1912Selo Imperial
Hino nacional
《鞏金甌》
"Gong Jin'ou"
("Copo de Ouro Sólido")


Localização de Dinastia Qing
O Império Qing em 1890, sobreposta sobre as fronteiras modernas.
ContinenteÁsia
PaísChina
Capital116° 23' E
Língua oficialchinês,[1] manchu, mongol, e outras
ReligiãoBudismo
Taoísmo
Confucionismo
Religião tradicional chinesa
Lamaísmo
GovernoMonarquia Absoluta
Imperador
 • 1644 — 1661Shunzhi
 • 1662 — 1722Kangxi
 • 1723 — 1735Yongzheng
 • 1736 — 1796Qianlong
 • 1796 — 1820Jiaqing
 • 1821 — 1850Daoguang
 • 1851 — 1861Xianfeng
 • 1862 — 1875Tongzhi
 • 1875 — 1908Guangxu
 • 1908 — 1912Xuantong
Regente
 • 1861 — 1908Tseu-Hi
 • 1908 — 1912Dowager Longyu
Primeiro-ministro
 • 1911Yikuang
 • 1911 — 1912Yuan Shikai
História
 • 26 de maio de 1644Queda da dinastia Ming
 • 12 de fevereiro de 1644Captura de Pequim
 • 1839-1842Primeira Guerra do Ópio
 • 1850-1864Rebelião Taiping
 • 1894-1895Primeira Guerra Sino-Japonesa
 • 12 de fevereiro de 1912Revolução de Xinhai
Área
 • 1760 est.13 150 000 km2
 • 1790 (inclui estados vassalos)[2]14 700 000 km2
População
 • 1851 est.436 000 000 
 • 1898 est.319 720 000 
MoedaTael (Tls.)
Precedido por
Sucedido por
Blank.pngDinastia Ming
República da China (1912–1949)Flag of China (1912–1928).svg
Canato da MongóliaFlag of Mongolia (1911-1921).svg
Ilha FormosaFlag of Formosa 1895.svg
Império RussoFlag of Russia.svg
Império do JapãoFlag of Japan.svg
Atualmente parte de
CJ Peers, Late Imperial Chinese Armies: 1520–1840.

A dinastia Qing (manchu: daicing gurun; chinês: 清朝; pinyin: qīng cháoe; Wade-Giles: ch'ing ch'ao; mongol: Манж Чин Улс), Também Império do Grande Qing ou Grande Qing foi a última dinastia imperial da China, governando por 268 anos (de 1644-1912) com uma breve restauração abortiva em 1917. Foi precedida pela dinastia Ming e sucedida pela República da China. A dinastia foi fundada pelo clã Aisin Gioro.

Esta dinastia teve início quando os manchus invadiram o norte da China em 1644 e derrotaram a dinastia Ming. Desta região, os manchus expandiram a dinastia para a China propriamente dita e os territórios circundantes da Ásia central, estabelecendo o Império do Grande Qing (em pinyin: Dà Qīng Dìguó).[3]

A Qing foi a última dinastia imperial da China; os seus imperadores ocuparam a sua capital entre 1644 e 1912,[4] quando, no seguimento da Revolução Xinhai, uma república foi estabelecida e o último imperador da China, Pǔyí Xiānsheng, abdicou.

A Renda per capita chinesa caiu implacavelmente durante a dinastia Qing. Em 1620, era aproximadamente a mesma de 980. Em 1840, havia caído quase um terço. [5]

Formação do estado Manchu

A dinastia Qing foi formada pela etnia manchus minoritária, povo nômade originário da região leste da Ásia, que atualmente inclui o extremo nordeste da China também chamada Manchúria Interior e uma parte da Sibéria.

O seu fundador foi Aisin Gioro líder do clã manchu da região nordeste da China. Nurhachi seu sucessor, que era originalmente um vassalo do imperador Ming, iniciou uma ação de unificação dos clãs da região conseguindo seu intento no final do século XVI. A sua principal estratégia foi a criação do sistema de governo e distribuição de poder conhecido como "Oito Bandeiras" em que todos os manchus pertenciam a uma das "Oito Bandeiras", que uniam o poder civil de uma região com unidades militares da mesma área. Por volta de 1635, Huang-Taiji o filho e sucessor de Nurhachi, conseguiu expulsar o governo Ming de Liaoning, no sul da Manchúria.

A dinastia Ming sustentada pela etnia han predominante na China, foi vencida ao longo de quase trinta anos de lutas. Em 26 de maio de 1644, a cidade de Pequim depois de uma revolta camponesa caiu frente ao exército liderado pelo general rebelde Li Zicheng.[6] Durante o tumulto, o Imperador Chongzhen último imperador Ming, enforcou-se em uma árvore no Parque Beihai, jardim imperial situado a noroeste da Cidade Proibida.