David D. Friedman

David D. Friedman
Nascimento12 de fevereiro de 1945 (74 anos)
CidadaniaEstados Unidos
ProgenitoresPai:Milton Friedman
Filho(s)Patri Friedman
Alma materUniversidade Harvard, Universidade de Chicago
Ocupaçãoeconomista, físico, blogueiro, escritor, professor universitário, romancista, poeta
EmpregadorUniversidade de Santa Clara, Universidade da Califórnia em Los Angeles, Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia
Religiãoateísmo
Página oficial
http://daviddfriedman.com/

David Director Friedman (12 de fevereiro de 1945) é um escritor que tornou-se uma figura proeminente na comunidade anarcocapitalista com a publicação de The Machinery of Freedom (O Maquinário da Liberdade) em 1973, revisado em 1989.[1]

Vida e obra

David Friedman é o filho dos economistas Milton Friedman e Rose Friedman. É formado magna cum laude em física e química pela Universidade de Harvard, e Ph.D em física teórica pela Universidade de Chicago,[2] embora seja conhecido principalmente por seu trabalho em teoria política e econômica. Ele é atualmente professor de direito na Universidade de Santa Clara[3] e contribui para a edição da revista Liberty magazine (Revista da Liberdade). Seu filho Patri Friedman também escreveu sobre assuntos anarcocapitalistas, particularmente seasteading (direito de propriedade sobre áreas do mar).

Anarcocapitalismo

É defensor do free banking (sistema bancário inteiramente livre de regulamentações).[4] Em seu livro The Machinery of Freedom, Friedman desenvolveu uma forma de anarcocapitalismo onde bens e serviços incluindo a própria lei e ordem podem ser produzidos pelo livre mercado. Essa diferencia-se da versão proposta por Murray Rothbard, onde um código legal primeiro seria consentido pelas partes envolvidas na criação da sociedade anarcocapitalista. Friedman advoga um gradual processo para alcançar o anarcocapitalismo, pela privatização aos poucos de áreas onde o governo esta envolvido, deixando por último lei e ordem. No livro ele declara sua oposição a revolução anarcocapitalista por meios violentos.[5]

Essa versão utilitarista do anarcocapitalismo tem sido chamada de versão da Escola de Chicago.[6] A versão de Friedman não é baseada na inviolabilidade dos direitos naturais, mas em análises de custo e benefício de estado versus não estado. Isso contrasta com a versão dos direitos naturais mais notavelmente proposta pelo economista austríaco Murray Rothbard.[carece de fontes?]