Batalha de Szigetvár

Batalha de Szigetvár
Parte das Guerras Otomanos-Habsburgos
Johann Peter Krafft 005.jpg
O conde Nikola Zrinski e seus homens, contra o cerco turco em 1566, em que Zrinski perdeu a vida. A pintura foi encomendada pela corte de Viena, e atualmente encontra-se na Galeria Nacional da Hungria, em Budapeste.
Data6 de agosto - 8 de setembro de 1566
LocalSzigetvár, Hungria
DesfechoVitória pírrica otomana.
Beligerantes
Flag of the Habsburg Monarchy.svg Monarquia HabsburgoFictitious Ottoman flag 2.svg Império Otomano
Comandantes
Nikola Šubić ZrinskiSolimão, o Magnífico,
Sokollu Mehmet Paşa
Forças
2.300 crotas[1]100.000 – 200.000[2]
Baixas
Quase toda a guarnição foi exterminada até o término do cercoPelo menos 30.000, o sultão Solimão, o Magnífico morreu durante o cerco, mas não em combate.
Foto aérea do castelo de Szigetvár.

A Batalha de Szigetvár (em croata: Bitka kod Sigeta) foi o cerco de um pequeno forte localizado em Szigetvár, Hungria entre 6 de agosto e 8 de setembro de 1566, numa luta entre as forças de defesa da Monarquia de Habsburgo sob a liderança do conde croata Nikola Šubić Zrinski (em húngaro: Zrínyi Miklós) e o exército invasor do Império Otomano sob o comando do sultão Solimão, o Magnífico.

Preparativos para a campanha

O sultão Solimão, o Magnífico estava com 72 anos de idade,[3] estava no governo otomano há 46 e havia comandado 12 campanhas militares até agora durante o seu governo. Ele não comandava uma campanha militar há pelo menos 11 anos. Este seria o seu 13º comando,[3] uma campanha por insistência do seu grão-vizir Sokollu Mehmet Paşa, que era o verdadeiro comandante operacional das forças otomanas. As forças otomanas partiram de Istambul a 1 de maio de 1566 com uma espetacular procissão. O sultão não foi capaz de montar no seu cavalo e foi levado numa carruagem coberta puxada por cavalos por todo o trajeto a partir de Istambul. O exército otomano chegou ao local do castelo de Szigetvár no dia 6 de agosto de 1566. A grande tenda de guerra do sultão foi erguida na colina Similehov. O sultão permaneceu na sua tenda durante todo o período do cerco e recebia relatórios verbais dos progressos do cerco de seu grão-vizir, que estava no comando das operações.[4]