Albiruni

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Albiruni
بیرونی
Selo iraniano de 1973 comemorando o milésimo aniversário de Albiruni
Nome completoابوریحان محمد بن احمد بیرونی
Nascimento15 de setembro de 973
Corásmia, Pérsia
Morte13 de dezembro de 1048 (75 anos)
Gázni, Afeganistão
Nacionalidadepersa
Ocupaçãocientista, físico, , , astrônomo, , químico, historiador, geógrafo, , matemático, fármaco, filósofo, , professor, viajante etc.
Principais interessesfísica, matemática, astronomia, astrologia, história, geografia, mineralogia, medicina, sociologia, filosofia e teologia

Abu Raiane Maomé ibne Amade Albiruni, dito simplesmente Albiruni[1] (em persa: ابوریحان محمد بن احمد بیرونی; transl.: Abū Rayḥān Muḥammad ibn Aḥmad al-Bīrūnī; Corásmia, 15 de setembro de 973Gázni, 13 de dezembro de 1048) foi um polímata persa do século XI. Albiruni era muito conhecido pelos muçulmanos, mas ao contrário da maioria de seus contemporâneos, o nome de Albiruni era também conhecido no mundo ocidental. Foi contemporâneo de Ibn Sīnā, com quem manteve correspondência.

Ele foi um cientista, físico, , , astrônomo, , químico, historiador, geógrafo[nota 1], , matemático, fármaco, filósofo, , professor, viajante e fez grandes contribuições em diversas outras áreas.

Vida

Após nascer em Corásmia, provavelmente vindo de uma família modesta, Albiruni foi educado em Kath pelo famoso astrônomo e matemático Abonácer Almançor. Era considerado um polímata, pois tinha domínio em várias áreas diferentes.

Aos 17 anos começou a se envolver em pesquisas científicas, quando determinou a latitude de Kath após observar a altura máxima do Sol. Com 22 anos já tinha escrito várias obras curtas, assim como havia estudado uma grande variedade de projeções de mapas. Em 997, combinou-se com seu amigo e astrônomo Abul-Uafa, e juntos observaram um eclipse lunar (Albiruni em Kath e Uafa em Bagdá). Comparando os horários das observações, foi possível a eles calcular a diferença de longitude entre as duas cidades.

Em 1017 foi obrigado a seguir para Gázni junto com Mamude, após este invadir a corte onde Albiruni morava. Lá Albiruni passou por dificuldades, não sendo tratado de forma adequada por Mamude, apesar de ganhar um pequeno financiamento para suas pesquisas. Apesar de ser uma espécie de prisioneiro, Albiruni podia acompanhar o regente nas suas expedições militares até a Índia, fato que lhe rendeu muitas experiencias. Foi lá que escreveu uma de suas maiores e mais conhecidas obras, intitulada Índia.

Após Mamude falecer e ser sucedido por seu filho, Maçude I, Albiruni começou a ganhar atenção e um tratamento mais cortês, ganhando a liberdade para viajar pra onde bem entendesse. Mesmo depois de uma idade avançada, Albiruni continuou produzindo avidamente suas obras. Faleceu em 13 de dezembro de 1048, ainda vivendo em Gázni.